A Unidade Penal Regional de Palmas estava interditada para atendimentos por dedetização sanitária, medida que valia para todos.
Inconformado, um advogado chamou a Polícia Militar à unidade e exigiu a condução coercitiva do Diretor. A própria PM recusou e advertiu que quem responderia por abuso seria ele.
Não discutimos o mérito da decisão. Repudiamos o método. Condução coercitiva depende de ordem judicial.
Total solidariedade ao Diretor e à equipe. Já estão em curso representação à OAB/TO, registro de ocorrência e representação ao Ministério Público.



